Cirurgia plástica facial rejuvenesce o rosto e o pescoço, devolvendo firmeza e harmonia aos contornos faciais com resultados naturais e duradouros
Com o passar dos anos, é natural que a pele perca sua elasticidade e firmeza, apresentando flacidez, rugas, vincos e linhas de expressão mais evidentes. Essas alterações se intensificam principalmente a partir dos 40 anos, quando a produção de colágeno e elastina cai com mais intensidade.
Uma das possibilidades de tratar esses sinais é a ritidoplastia, também chamada de lifting facial. Essa cirurgia plástica tem como objetivo corrigir os sinais de envelhecimento que atingem o rosto e o pescoço, removendo excessos e reposicionando tecidos e bolsas de gordura.
Assim, é possível ajustar a pele às estruturas faciais e à musculatura, promovendo firmeza, suavidade e um aspecto rejuvenescido e natural, com os contornos do rosto aprimorados.
Tipos de ritidoplastia
Uma das principais vantagens da ritidoplastia é a possibilidade de realização do procedimento com foco em áreas específicas da face, o que torna o procedimento altamente versátil.
Dessa maneira, a cirurgia pode ser classificada em quatro tipos diferentes: ritidoplastia do terço inferior, ritidoplastia do terço médio, lifting frontal e lifting completo.
Ritidoplastia do terço inferior
Também chamada de ritidoplastia cervical, essa técnica é voltada à região inferior do rosto, mais especificamente onde estão localizados mandíbula, queixo e pescoço. É indicada para pacientes que desejam reduzir o aspecto da papada, redefinindo o contorno da mandíbula e proporcionando um pescoço mais firme e delineado.
Ritidoplastia de terço médio
Na ritidoplastia de terço médio, ou lifting malar, a correção é feita na parte central do rosto, abrangendo as bochechas, a região das pálpebras inferiores e a área nasogeniana, o chamado “bigode chinês”. Em alguns casos, pode ser associada à blefaroplastia, cirurgia plástica para corrigir a flacidez e o excesso de pele da região das pálpebras.
Lifting frontal
No lifting frontal, o foco da ritidoplastia são as regiões frontais do rosto, onde estão localizadas a testa, a área entre as sobrancelhas (dobra glabelar) e as sobrancelhas em si. Essa é uma das áreas mais afetadas pela ação do tempo, o que favorece o aparecimento de rugas e linhas profundas. No procedimento, os vincos são suavizados e as sobrancelhas levemente levantadas, trazendo uma aparência mais leve e revitalizada.
Lifting completo
No lifting ou ritidoplastia completa (também chamada de total), o objetivo é revitalizar o rosto por completo, abrangendo todas as suas áreas. É indicada para pessoas que apresentam flacidez e rugas em todas as regiões da face e desejam realizar uma harmonização completa dos contornos do rosto e do pescoço.
Quando essa cirurgia é indicada?
Com o envelhecimento, a produção de colágeno e elastina diminui, o que leva à formação de diversos sinais da pele, tais como:
Rugas;
Linhas de expressão;
Vincos;
Aspecto cansado constante;
Pontos de flacidez;
Perda de definição e contorno do rosto.
Vale mencionar que, quando a diminuição do colágeno e da elastina é associada a fatores externos, como exposição solar excessiva, poluição, tabagismo e mais hábitos de vida, e questões hormonais e genéticas, o surgimento desses sinais começa ainda mais cedo, o que pode impactar a autoestima das pessoas, prejudicando o bem-estar e sua saúde mental.
Sendo assim, a ritidoplastia é indicada para homens e mulheres que desejam suavizar esses sinais e conquistar uma aparência mais firme e natural. Ainda que o procedimento não seja capaz de interromper o envelhecimento, ele retarda seus efeitos e devolve vitalidade e tonicidade à pele.
Como a ritidoplastia é realizada?
A ritidoplastia é realizada em ambiente hospitalar, com o paciente sob anestesia geral ou sedação intravenosa. Todo o procedimento precisa ser muito bem executado pelo cirurgião e sua equipe, mas o paciente também precisa estar atento a cuidados pré e pós-operatórios para garantir o sucesso do lifting facial.
Cuidados pré-operatórios
Antes da ritidoplastia, é importante que o paciente passe por uma avaliação completa, na qual o cirurgião define o tipo e a extensão do procedimento a partir de uma análise das áreas que precisam de correção. Além disso, é importante que o paciente se atente a realizar exames laboratoriais e cardiológicos para avaliar seu estado geral de saúde e aptidão para o procedimento.
Nos dias que antecedem a cirurgia, é importante ter atenção a alguns cuidados, como abandonar o tabagismo e evitar o consumo de bebidas alcoólicas, bem como suspender o uso de alguns tipos de medicamentos que podem interferir na coagulação e cicatrização.
No dia da ritidoplastia, é importante estar com os cabelos e o rosto devidamente higienizados e sem qualquer tipo de creme facial ou maquiagem. Além disso, o paciente deve ter se mantido em jejum por pelo menos 8 horas antes do procedimento.
Detalhes da cirurgia
No procedimento, após a preparação do paciente e realização da anestesia, são feitas incisões em pontos estratégicos, como linha do cabelo, região das têmporas, ao redor das orelhas, sob o queixo, entre outros pontos, de acordo com o tipo de ritidoplastia a ser realizado.
Assim, é possível acessar e reposicionar tecidos musculares, ligamentos e outras estruturas. Nesse momento, também é realizada a remoção de excessos de pele e a retirada ou reposicionamento estratégico de bolsas de gordura.
Após esse processo, as incisões são fechadas por meio de suturas desenvolvidas de forma estratégica para amenizar o aspecto das cicatrizes após a recuperação.
Cuidados pós-operatórios
O pós-operatório da ritidoplastia começa logo após a cirurgia, em que o paciente permanece internado em observação quase sempre por no máximo 24 horas.
Em casa, é importante tomar uma série de cuidados para que a recuperação seja tranquila e segura. Esses cuidados incluem:
Não expor a área tratada ao sol por pelo menos 30 dias;
Cuidar corretamente da higienização das incisões, evitando molhar o rosto nas primeiras semanas;
Evitar atividades físicas nas primeiras semanas após a cirurgia;
Tomar corretamente os medicamentos indicados pelo médico;
Tomar cuidado com a posição na hora de dormir, evitando apoiar o rosto sobre o travesseiro.
Vale mencionar que a presença de inchaço e equimose é normal nas primeiras semanas de recuperação da ritidoplastia. Esses sintomas, no entanto, são transitórios e costumam desaparecer progressivamente.
Os resultados da ritidoplastia costumam se tornar mais visíveis a partir de 3 meses, quando a cicatrização das incisões já está bem avançada. Já os resultados definitivos, aparentando uma pele jovial e descansada, só se estabelecem após 12 meses.
Conte com um cirurgião plástico de confiança
A ritidoplastia é um procedimento muito delicado que exige muito conhecimento e experiência por parte do cirurgião que a realiza. Por isso, ao escolher um profissional, é muito importante se atentar a esses detalhes para ter um tratamento seguro e tranquilo.
O Dr. Jefferson Vaz de Oliveira é cirurgião plástico com ampla formação, reconhecido e certificado por sua atuação em diversos procedimentos, incluindo a ritidoplastia.
Agende agora mesmo uma avaliação para entender se o lifting facial é o procedimento mais adequado ao seu caso.
Perguntas frequentes
Qual o tempo de recuperação da ritidoplastia?
Após 30 dias de recuperação, o paciente já pode retomar a maioria das atividades cotidianas. Os resultados se tornam evidentes a partir de 3 meses e se consolidam após 12 meses.
Como fica a cicatriz da ritidoplastia?
Devido à localização estratégica das incisões durante a cirurgia, as cicatrizes da ritidoplastia costumam ficar muito discretas e escondidas por linhas naturais do rosto.
Quais são os riscos da ritidoplastia?
Como em qualquer procedimento cirúrgico, existem riscos, como infecção, sangramento, alterações de sensibilidade, má cicatrização e, raramente, lesões nervosas. No entanto, quando a ritidoplastia é realizada por um cirurgião experiente e com os cuidados adequados, esses riscos são minimizados.
Qual é o valor de uma ritidoplastia?
O valor da cirurgia pode variar amplamente conforme a complexidade do caso, a técnica utilizada, a experiência do cirurgião, o hospital e outros fatores. Por isso, apenas uma avaliação personalizada pode defini-lo de forma adequada.
Fontes:
Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – SBCP
Revista Brasileira de Cirurgia Plástica
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